



Criamos imagens, contamos histórias, realizamos sonhos
É assim que a Teia existe desde 1996: tudo começa na imagem: a luz certa, o enquadramento, o instante que vale a pena guardar. É esse conjunto que Milton Jesus, Márcia Salomão e Débora Castro enxergam juntos, num uníssono de olhares e ideias.
Mas imagem e som juntos ainda são só um instante. Por isso contamos histórias: transformamos uma aula em algo que ensina, uma pesquisa em algo que emociona, um evento de um dia só em memória que fica, uma marca em algo que as pessoas reconhecem. Foi assim com a Unicamp e seu laboratório de geologia, com a Afya Educacional e sua faculdade de medicina, com St Kitts, Ivian, Rede Cogna de Ensino e Emmar.
E no fim, o que buscamos é realizar sonhos e não é à toa que a própria palavra carrega o som dentro dela. O sonho do cliente que via aquele projeto só na cabeça, e o nosso, de dar a ele um lugar para acontecer de verdade.
Também projetamos, instalamos e reformamos estúdios e cenografias, com a mesma atenção à luz e ao som que carregamos para dentro de cada câmera."
Imagem, som, história, sonho é nessa ordem que a Teia trabalha, todos os dias, há quase 30 anos.

Marcia Salomão
Sou Márcia, sócia co-fundadora da Teia Audiovisual desde 1996. Formada em Psicologia pela PUCC e em Tradução Inglês-Português pelo Traducenter. Uni desde cedo dois olhares que ainda guiam meu trabalho: entender pessoas e entender palavras. Traduzi peças de teatro de dramaturgos estrangeiros e brasileiros para o British Council do Brasil, trabalhei com tradução de textos técnicos e científicos em diversas áreas e fiz tradução para legendagem para grandes produtoras de São Paulo. Hoje, na Teia, respondo pela administração e pelo atendimento aos clientes, e assino as traduções e versões para legendagem dos nossos projetos. Também acompanho mestrandos e doutorandos na leitura e interpretação de textos científicos para a composição de suas teses — um trabalho que pede a mesma atenção às palavras e a mesma escuta que aprendi na Psicologia.
Débora Castro
Cursou Pedagogia na Unicamp (2010) e Produção Audiovisual pela UNIP Campinas (2008), Débora Castro Cabral é editora de filmes e diretora audiovisual com mais de 15 anos de experiência. Atua na pós-produção de obras para cinema, televisão e plataformas digitais, com trabalhos que transitam entre documentários, ficção, webséries, videoclipes e reality shows.
Como editora, assina a montagem dos curtas-metragens Vida de Cão (2025), Cicatriz (2025), Na Roça (2024), Rainha do Maracatu (2021) e Uma Mão Anima a Outra (2021); dos longas-metragens O Jornaleiro (2022), O Monstro (2021) e Capô em 3 Atos (2010); da websérie Dudu Está Solteiro (2016); e do reality show Quem Quer Ser um Aprovado? (2024).
Também dirigiu o documentário Cicatriz (2025) e os videoclipes Unsuspecting e As Mãos da Vovó, este último premiado no FESTCLIP com os prêmios de Melhor Videoclipe Independente (2013) e Melhor Roteiro (2014).
Sua trajetória é marcada pelo compromisso com narrativas que unem sensibilidade estética, rigor técnico e impacto social, contribuindo para produções que circulam em festivais, mostras e projetos culturais.


Milton Jesus
Sou Milton Jesus, diretor de fotografia e sócio-fundador da Teia Audiovisual.
Formado em Artes Visuais pela Unicamp, comecei minha carreira entre o cinema e o documentário — foi ali que aprendi a olhar para uma imagem antes de aprender a técnica para produzi-la. Dirigi e fotografei o vídeo-dança Anatta, selecionado pelo edital Funarte 2020, e assinei a fotografia de documentários como Polifonia Audiovisual – Mulheres na Técnica (Thais Robaina) e Escola de Goleiros (Paulo Uranga), além dos longas Café – Um Dedo de Prosa (Maurício Squarisi) e São Paulo, Academia de Dança (Evaldo Mokarzel). Também assino a fotografia do documentário corporativo para campanha institucional do empresário e jogador do Corinthias Anderson Berald, proprietário da construtora Emmar.
Foi essa formação autoral que trouxe para o universo corporativo um olhar diferente: hoje, à frente da Teia, aplico a mesma linguagem de cinema em vídeos institucionais, treinamentos, EAD, eventos e conteúdo para redes sociais, tratando cada projeto, seja para uma faculdade ou uma empresa, com o cuidado de quem está contando uma história.
Também assino projetos de reestruturação, iluminação e cenografia para estúdios como Terra TV e EPTV e para universidades, e já lecionei técnicas de iluminação na Faculdade de Comunicação Digital da UNIP-SP — uma vivência técnica que hoje sustenta o serviço de projeto, instalação e reforma de estúdios que ofereço em paralelo à produtora.
No momento, dirijo o documentário autoral sobre o artista plástico Egas Francisco.
É esse trânsito entre arte e produção corporativa que define a Teia: uma produtora que entende de linguagem, imagem, técnica e de como cada cliente quer ser visto.